**# Ano 670 

Consequências do Aumento de Reach

O ano de 670 começa de forma turbulenta para os Kin, marcando uma virada significativa na postura da tribo em relação aos seus vizinhos. A tensão cresce quando os Kin, sob a liderança da Anciã cega e com a participação estratégica de Scylla, decidem atacar algumas fazendas próximas à sua rota ancestral. Esse ataque não foi apenas um ato de agressão, mas uma declaração de intenção: a tribo estava determinada a reafirmar seu controle sobre o território, especialmente em áreas que começavam a ser ocupadas por fazendeiros e outros habitantes.

Mudança de Rota e Reafirmação Territorial

A decisão de alterar levemente a rota ancestral não foi tomada de ânimo leve. A Anciã cega, guiada por visões e aconselhada por Scylla, entendeu que a expansão das fronteiras da tribo era essencial para garantir a segurança e a sobrevivência dos Kin. As áreas que antes eram percorridas de maneira pacífica agora eram consideradas partes vitais do território sagrado, e qualquer intrusão era vista como uma ameaça direta à tribo e aos seus modos de vida.

Um dos movimentos mais estratégicos de Scylla em 670 é a mudança da rota ancestral da tribo. A rota ancestral ao longo dos anos foi expandindo, e se tornando uma jornada perigosa e longa. Scylla, compreendendo os riscos e o desgaste desnecessário, decide modificar a rota para uma mais curta e segura, a rota original de Aeliana na fundação da tribo, ela trás isso como retorno às origens e as tradições, mas adaptando-as às tradições. Essa mudança não só aumenta a eficiência dos Kin em suas migrações, mas também protege melhor o território recém-conquistado, fortalecendo a influência da tribo na região e passando por diferentes locais estratégicos. 

Reação dos Exaltados Locais

A postura mais agressiva dos Kin rapidamente atraiu a atenção dos Exaltados da região. Esses seres poderosos, que até então observavam os Kin com uma mistura de curiosidade e cautela, perceberam a mudança como uma potencial ameaça. Logo, uma delegação foi enviada para confrontar a tribo e exigir explicações.

A reunião entre os Exaltados e a liderança dos Kin ocorreu em um clima tenso. A Anciã cega, com Scylla ao seu lado, apresentou a posição da tribo, explicando a necessidade de proteger seu território contra possíveis invasores e os perigos associados ao uso impróprio do terceiro olho, que poderia desencadear desastres não apenas para os Kin, mas para toda a região. A explicação oferecida pela Anciã foi cuidadosa, misturando diplomacia e ameaça velada, destacando que a segurança dos Kin estava intrinsecamente ligada à estabilidade da região.

Evitando uma Guerra

Scylla desempenhou um papel crucial nesse encontro, usando sua inteligência e conhecimento da diplomacia para apaziguar os ânimos exaltados. Ela argumentou que os ataques eram uma medida defensiva e que a tribo não tinha intenção de provocar uma guerra aberta. Scylla também aproveitou a oportunidade para destacar os benefícios de uma coexistência pacífica, sugerindo que as habilidades únicas dos Kin poderiam ser usadas em benefício mútuo.

Fundação de um grupo de espiões dentro dos Kin

Ao longo do ano de 670, Scylla, que já possuía uma presença respeitável dentro da tribo Kin devido ao seu status de Exaltada e à sua posição como anciã, começa a exercer uma influência cada vez maior sobre as decisões da tribo. Com sua mãe, Seraphina, ocupando um lugar de destaque no conselho, Scylla vê a oportunidade de moldar o futuro da tribo de maneira mais ativa, iniciando uma série de reformas e ações estratégicas.

Formação do Grupo de Espiões God-Blooded

Reconhecendo a necessidade de uma vigilância mais eficaz diante das ameaças externas, especialmente dos cultistas e agentes de Makarius, Scylla toma a iniciativa de criar um grupo de espiões composto por God-Blooded com a aparência mais humana. Esses espiões são recrutados dentre os scouts da tribo, já treinados em furtividade e infiltração, mas recebem um treinamento adicional para aprimorar suas habilidades de disfarce, coleta de informações e operações encobertas.

Scylla vê esse grupo não apenas como uma extensão de seu poder, mas como uma ferramenta essencial para garantir a segurança da tribo em tempos de crescente tensão. Os espiões se tornam os olhos e ouvidos de Scylla, operando sob sua supervisão direta e reportando-se a ela com informações críticas sobre os movimentos dos inimigos e potenciais ameaças à tribo.

Infiltração em Snake Point e Além

A primeira missão desse novo grupo de espiões é infiltrar-se em Snake Point, uma área onde os cultistas de Makarius têm se tornado uma preocupação crescente. A localização, conhecida por suas atividades sombrias e pelo comércio de substâncias exóticas, é um terreno fértil para os espiões de Scylla. Eles se misturam com os habitantes locais, assumindo papéis de mercadores, trabalhadores e até mesmo membros de guildas menores, enquanto secretamente coletam informações sobre os movimentos dos cultistas e suas conexões.

Com o sucesso inicial em Snake Point, Scylla decide expandir a operação. Reconhecendo que os cultistas podem estar espalhados por diversas regiões, ela ordena que cada transporte de pessoas e embaixada relacionada aos Kin tenha pelo menos um espião infiltrado. Isso garante que as ações dos Kin sejam protegidas e que eles possam reagir rapidamente a qualquer ameaça emergente.

Estabelecendo uma Rede de Inteligência

À medida que o grupo de espiões se torna mais ativo, Scylla começa a consolidar uma verdadeira rede de inteligência. Ela utiliza as informações coletadas para antecipar os movimentos dos inimigos, desmantelar cultos antes que possam agir, e até mesmo para influenciar as políticas das regiões vizinhas de maneira sutil. Com o passar do ano, essa rede se torna uma das principais ferramentas de Scylla, permitindo-lhe não apenas proteger a tribo, mas também expandir sua influência em áreas que antes eram dominadas por outros poderes.

Melhorias na Qualidade de Vida

Sob a liderança de Scylla, a qualidade de vida na tribo Kin começa a melhorar de forma perceptível. Demonstrando uma compreensão aguçada das necessidades de seu povo, Scylla direciona recursos para a aquisição de produtos de melhor qualidade, como sapatos e roupas mais resistentes, além de matérias-primas de excelência. Essas melhorias, embora pequenas em comparação com o estilo de vida tradicional da tribo, fazem uma diferença significativa no dia a dia dos Kin, promovendo um sentimento de conforto e segurança maior do que nunca.

Anteriormente, produtos de alta qualidade eram restritos principalmente aos taumaturgos, mas Scylla assegura que essas mercadorias estejam mais amplamente disponíveis, beneficiando toda a comunidade. Ao fazer isso, ela fortalece a coesão social e reduz as barreiras entre os diferentes grupos dentro da tribo, integrando melhor os God-Blooded e os indivíduos com o terceiro olho, que agora recebem mais recursos e destaque em suas posições.

Integração e Destaque dos God-Blooded

Scylla faz um esforço concertado para integrar mais os God-Blooded, oferecendo a eles posições de destaque dentro da tribo. Ela reconhece o valor único que esses indivíduos trazem, tanto em termos de habilidades quanto em potencial político e militar. Ao dar-lhes mais recursos e responsabilidades, Scylla não apenas fortalece a estrutura interna da tribo, mas também garante que esses indivíduos se sintam valorizados e leais à sua liderança.

Formação da Guarda Pessoal e Força-Tarefa

Além da criação de espiões, Scylla estabelece uma guarda pessoal, uma força-tarefa dedicada não apenas à sua proteção, mas também à manutenção da ordem dentro da tribo. Esta força é composta pelos membros mais leais e capacitados, que são treinados para lidar com qualquer situação que possa surgir, dentro da tribo. Eles devem ser pessoas que entendem muito bem da dinâmica interna de sua tribo e reaja a ela de acordo. 

A abordagem de Scylla ao “policing” dentro da tribo é notavelmente sutil e eficaz. Em vez de recorrer a punições severas, ela adota uma estratégia de correção e manipulação da opinião pública. Scylla utiliza boatos e rumores para direcionar a narrativa conforme seus desejos, colocando a culpa em indivíduos específicos quando necessário para proteger sua imagem e manter a soberania. Essa tática permite que ela controle as percepções dentro da tribo e mantenha a estabilidade sem criar dissidências abertas. Ela é uma pessoa muito cautelosa em suas medidas e seu foco é se consolidar no poder e manter a adoração das pessoas da tribo a ela.

Escuta Ativa e Administração Sensível

Uma das qualidades mais admiradas em Scylla é sua habilidade de ouvir e entender profundamente os sentimentos e opiniões das pessoas dentro da tribo. Ela se esforça para estar em sintonia não apenas com os membros da tribo, mas também com os deuses animais que guiam os Kin. Scylla leva em consideração todos os fatores, desde as flutuações emocionais das pessoas até os desejos dos deuses, e utiliza essa compreensão para guiar sua liderança de maneira a unir a tribo e avançar em seus objetivos. Ela entende a limitação e opinião dos deuses, e tenta tomar medidas dentro desse contexto. 

Aliança Militar com Yamato

A relação dos Kin com Yamato, já positiva, se aprofunda em 671. Atribuindo grande valor à aliança, Yamato oferece suporte militar e ajuda os Kin a solidificarem suas operações na região. Em troca, os Kin contribuem com guerreiros e recursos para a aliança militar de Yamato, fortalecendo a posição conjunta das duas facções contra ameaças externas.

Ano 671 

O ano de 671 marca um período de prosperidade e avanços diplomáticos para a tribo Kin, consolidando as conquistas anteriores e abrindo novas oportunidades de crescimento e influência sob a liderança sagaz de Scylla.

Sucesso na Manutenção e Expansão da Riqueza

O ano começa com um grande sucesso na manutenção e expansão do wealth conquistado pela tribo. Os pomares estabelecidos pelos Kin, que já vinham produzindo frutos de alta qualidade, continuam a prosperar. Graças ao aumento na compra de insumos, os Kin conseguem ampliar significativamente a produção de materiais alquímicos e afins e  derivados desse frutos. Scylla, com sua habilidade natural para os negócios, instrui os God-Blooded responsáveis a diversificar as linhas de produção, garantindo que a tribo não dependa de uma única fonte de renda.

Essa diversificação permite que os Kin explorem novos mercados e ampliem sua base de clientes, vendendo produtos alquímicos para uma variedade de compradores, desde tribos vizinhas até comerciantes de regiões mais distantes. Scylla assegura que a gestão desses negócios seja feita com eficiência, mantendo os Kin como uma força econômica respeitada e influente. O sucesso dos pomares e a comercialização eficaz dos produtos geram um fluxo constante de riqueza, que é reinvestido em melhorias para a tribo, fortalecendo ainda mais sua infraestrutura e qualidade de vida.

A Retratação de Ubiraci e a Tentativa de Assassinato

Apesar dos avanços econômicos, o ano também traz desafios diplomáticos. Um dos momentos mais delicados de 671 ocorre com a retratação de Ubiraci, um líder local que havia se envolvido em um mal-entendido envolvendo uma tentativa de assassinato contra a Anciã da tribo Kin. Esse incidente havia causado uma grande tensão entre os Kin e os aliados de Ubiraci, quase resultando em um conflito aberto.

Ubiraci, reconhecendo o erro e desejando evitar uma guerra com os Kin, faz uma retratação pública, explicando o mal-entendido e buscando reparar as relações. Embora a tribo não ofereça perdão total, Scylla, demonstrando sua habilidade diplomática, opta por não fechar completamente as portas para futuras interações. Ela entende que manter o diálogo aberto pode ser mais vantajoso para os Kin a longo prazo.

Estabelecimento da Embaixada em Porto Seguro

Como parte dessa estratégia de manter as portas abertas, Scylla autoriza a abertura de uma embaixada Kin em Porto Seguro. A embaixada serve como um ponto de contato oficial entre os Kin e outros poderes regionais, permitindo que a tribo mantenha uma presença diplomática ativa e observe os desenvolvimentos na área de perto. O primeiro passo é o treinamento de alguns diplomatas em porto seguro e com eles alguns de seus espiões que se focaram ainda em procurar os cultistas e pistas de influência demoníaca. 

Expansão da Rede de Espiões

A rede de espiões dos Kin, composta por God-Blooded, cresce e se estabelece em pontos estratégicos ao longo da região. A influência de Yamato e do Ciclo infinito permite que os espiões se infiltrem mais profundamente em territórios antes inacessíveis aos Kin. Todos estavam se auxiliando com um motivo comum.  

Scylla, compreendendo a importância de uma vigilância eficaz, investe no treinamento desses espiões e na construção de uma rede de inteligência eficiente. O foco principal é localizar e monitorar os cultistas de Makarius, uma ameaça crescente na região. As informações coletadas pelos espiões são cruciais para identificar os movimentos dos cultistas e suas operações, permitindo que os Kin avisem as outras tribos para que se antecipem e neutralizem essas ameaças antes que causem danos significativos.

Colaboração com Malameth e Ciclo Infinito

À medida que a rede de espiões dos Kin se fortalece, Scylla começa a compartilhar as informações coletadas com aliados estratégicos, como os Malameth e a vila do Ciclo Infinito. Essa colaboração estreita cria uma frente unida contra os cultistas, fortalecendo os laços entre as facções que se opõem a essas forças malignas.

Ano 672

O ano de 672 marca um novo capítulo na história da tribo Kin, com avanços em suas operações comerciais e a introdução de uma nova e potencialmente perigosa ameaça: a chegada de uma Lunar infiltrada na tribo. Sob a liderança atenta de Scylla, os Kin continuam a expandir suas influências econômicas, ao mesmo tempo em que enfrentam desafios internos que exigem uma vigilância constante.

Expansão Comercial com Yamato e Porto Seguro

A expansão das operações comerciais dos Kin continua a ser uma prioridade em 672. Scylla, utilizando sua habilidade de negociação, firma um acordo com Yamato, um aliado estratégico que possui controle sobre rotas fluviais essenciais. A parceria com Yamato permite que os Kin escoem seus produtos de forma mais eficiente pelo rio, facilitando a distribuição de suas mercadorias para mercados mais distantes.

Além disso, Scylla negocia um acordo com a vila de Porto Seguro para processar parte dos produtos dos Kin. Esta colaboração ainda está em pequena escala, principalmente devido às limitações nas relações entre os Kin e a vila do Ciclo Infinito, que mantém uma certa desconfiança em relação à tribo. No entanto, Scylla enxerga esse esforço como um passo importante para expandir as capacidades de produção e aumentar o alcance comercial dos Kin. Ela continua a cultivar essas relações, ciente de que um fortalecimento dos laços pode trazer benefícios significativos no futuro.

Administração Cautelosa e Diplomacia Interna

Enquanto Scylla lida com a nova ameaça, ela também continua sua administração cuidadosa e diplomacia interna. Ela entende que, com a presença da Lunar, a unidade da tribo é mais importante do que nunca. Scylla aumenta seus esforços para manter o moral alto, reforçando a confiança dos Kin em sua liderança e assegurando que qualquer rumor sobre a Lunar seja controlado e manipulado para não causar pânico.

Scylla também reforça a importância das tradições e da cultura da tribo, usando a situação para fortalecer os laços entre os Kin e garantir que todos estejam alinhados com os objetivos e valores comuns. Ela mantém um equilíbrio delicado entre a expansão econômica e a preservação da coesão social, consciente de que qualquer falha em um desses aspectos poderia ser explorada pela Lunar.

Construção do Hospital em Snake Point

A decisão de construir um hospital em Snake Point não foi apenas uma iniciativa de infraestrutura, mas também uma jogada estratégica. O hospital oferece aos Kin uma base médica sólida, preparada para responder a emergências que possam surgir, tanto para os membros da tribo quanto para seus aliados na região. Além disso, ao estabelecer essa instalação, os Kin demonstram seu compromisso com o bem-estar geral da área, ganhando o respeito e a confiança dos habitantes locais.

Este hospital não só melhora as capacidades médicas dos Kin, mas também serve como uma ferramenta diplomática, permitindo que a tribo projete uma imagem de benevolência e responsabilidade. A construção do hospital é supervisionada por Scylla, que garante que os recursos necessários sejam alocados de maneira eficiente, e que o projeto seja concluído sem problemas.

Reforma da Embaixada em Snake Point

Junto com a construção do hospital, a embaixada dos Kin em Snake Point também passa por uma reforma significativa. Esta reforma visa melhorar as instalações e garantir que a embaixada possa servir como um centro de operações para atividades diplomáticas, comerciais e de espionagem na região. A nova embaixada, mais moderna e funcional, reforça a presença dos Kin em Snake Point. 

Ano 673

Consolidação da Nova Rota

A nova rota, que foi uma mudança estratégica liderada por Scylla, se consolida como o caminho principal dos Kin. A tribo se adapta plenamente a essa nova trajetória, que se mostra mais segura e eficiente em comparação com a rota ancestral. Os Kin encontram conforto e segurança nas rotinas estabelecidas ao longo dessa rota, o que contribui para um sentimento geral de bem-estar e estabilidade.

Sob a liderança de Scylla, a tribo não apenas se adapta à nova rota, mas também a otimiza, garantindo que todos os recursos disponíveis ao longo do caminho sejam aproveitados ao máximo. Essa adaptação reforça ainda mais a confiança da tribo em Scylla, que continua a ser amplamente adorada por seus esforços em melhorar a qualidade de vida e garantir a segurança de todos.

Ajustes no Exército

No entanto, o ano também traz desafios que exigem ajustes estratégicos. A pressão exercida pela Lunar, leva Scylla a tomar a decisão de reduzir o tamanho do exército dos Kin, mostrando boa vontade a ela. Essa redução, embora significativa, é compensada pela manutenção e aprimoramento de outras qualidades essenciais da tribo, como suas capacidades diplomáticas, comerciais e de espionagem.

Scylla assegura que, apesar da diminuição do exército, os Kin permanecem bem preparados para enfrentar ameaças, utilizando suas redes de informação e alianças para garantir a segurança sem a necessidade de uma grande força militar.

Descoberta de Maravilhas Naturais

Durante suas jornadas ao longo da nova rota, os Kin descobrem duas maravilhas naturais que se tornam elementos cruciais para o futuro da tribo. Essas descobertas não só agregam valor ao novo caminho, mas também têm um impacto direto na melhoria da qualidade de vida dos membros da tribo.

Essas maravilhas naturais podem incluir recursos valiosos, como fontes de água puras, plantas raras com propriedades medicinais, ou formações geológicas que facilitam a proteção e o armazenamento de suprimentos. Scylla, sempre atenta às oportunidades, mobiliza os Kin para explorar e aproveitar esses recursos, incorporando-os na economia e no cotidiano da tribo.

Ano 674 

Conclusão do Hospital em Snake Point

O hospital planejado em Snake Point finalmente fica pronto em 674, um marco significativo para a tribo Kin. Apesar do esforço para oferecer serviços médicos de qualidade e servir como uma base estratégica para emergências, ainda persiste uma forte desconfiança em relação aos Kin por parte da população local e de algumas facções. Essa desconfiança é um obstáculo para o hospital, limitando o fluxo de pessoas que o utilizam, mas ao mesmo tempo, o movimento é suficiente para que o hospital comece a cumprir seu papel na região.

Ubiraci e a Tentativa de Melhoria de Imagem

Ubiraci, consciente da desconfiança que cerca os Kin, decide visitar o hospital em Snake Point disfarçado. Esse movimento faz parte de uma estratégia para melhorar sua imagem e tentar reconstruir as relações com os Kin e outras facções locais. Embora os Kin ainda sejam vistos com suspeita por muitos, essa tentativa de aproximação ajuda a mudar o olhar geral ao hospital.**