Nos dias sombrios do Grande Contágio, Ghost Wolf testemunhou a aniquilação de sua vila, onde os ecos da morte ecoavam mais alto do que o lamento dos vivos. A praga devorou sua comunidade, restando apenas ele como a última testemunha da tragédia. Errante pelas florestas do Leste da Criação, ele buscava algum sinal de civilização em meio à desolação.
Seu destino o levou a uma vila oculta na densidade da floresta, que o acolheu calorosamente. No entanto, a paz efêmera foi quebrada quando as hordas de Fair Folk, as Fadas Injustas, invadiram. Ghost Wolf, movido pela necessidade de proteger sua nova comunidade, reuniu os bravos da vila e enfrentou corajosamente a ameaça.
Foi nesse momento de desespero que Luna, a Lua Caprichosa, olhou com favor para Ghost Wolf. Em meio à batalha, ele foi agraciado com a Exaltação Lunar, tornando-se um guerreiro imbuído do poder das noites eternas. Utilizando suas novas habilidades, Ghost Wolf liderou a resistência contra as hordas de goblins, contando com a ajuda dos deuses antigos da floresta.
Com a sabedoria dos deuses e o poder da Lua, Ghost Wolf ocultou a vila, tornando-a invisível aos olhos das Fadas Injustas. Esse estratagema permitiu que a espada da Criação fosse ativada, desencadeando a destruição sobre as criaturas invasoras. Após o caos da batalha, Ghost Wolf foi descoberto pelo Pacto de Prata, sendo tatuado como um No Moon.
Assumindo seu papel de sacerdote lunar, Ghost Wolf tornou-se o elo entre os espíritos da floresta e os deuses lunares. No entanto, seu vínculo com o sobrenatural se expandiu além das fronteiras da Criação. Descobrindo que os espíritos de sua antiga vila permaneciam no Submundo como fantasmas, ele se tornou um guia e conselheiro para essas almas perdidas.
Dedicando-se a romper os grilhões que aprisionavam seus antepassados, Ghost Wolf se tornou um intermediário não apenas dos espíritos da Criação, mas também do Submundo. Seu chamado sagrado abraçou a dualidade entre a luz e a escuridão, refletindo não apenas a força de um guerreiro lunar, mas também a compaixão de um sacerdote que guiava os espíritos por entre os véus da existência.