Seis meses haviam se passado desde os eventos da Calibração. Todas as manhãs, enquanto vestia sua luva, Amaterasu olhava para seu pulso, onde a marca de Makarios ainda estava visível. A cicatriz, resultado do acordo que ela selou com o demônio, servia como um lembrete constante de sua aliança e do poder sombrio que ela havia convocado. Desde então, ela não havia ouvido nada dele. Espíritos e outros Exaltados diziam que Makarios provavelmente ainda estava se reformulando, mas uma certa ansiedade tomava conta de Amaterasu. Quando veria os frutos do acordo que traçara? Yamato floresceria por causa desse pacto?
Certa noite, enquanto dormia, Amaterasu teve um sonho diferente. O Tio, o mesmo velhinho com quem havia negociado no mundo dos sonhos de Makarios, apareceu diante dela. Sua presença era calma, mas carregava um peso de importância.
“Tio”: “Minha querida Amaterasu, peço desculpas pela demora. Nossa loja passou por um processo de reformulação, e agora podemos começar a cumprir nosso acordo. Yamato florescerá, como prometido.”
Amaterasu sentiu uma mistura de alívio e inquietação ao ouvir essas palavras. Finalmente, os frutos de seu sacrifício começariam a se manifestar.
“Tio”: “Ao final de cada noite de sono, as mercadorias que você pediu começarão a aparecer ao lado de sua cama. Com isso, Yamato prosperará.”
Amaterasu assentiu, sentindo a gravidade da responsabilidade que tinha em mãos. Ela sabia que as ações que tomaria a partir desse momento poderiam moldar o futuro de Yamato.